ESPIRITUALIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

 


Recentemente, deparei-me com o título: “O ambiente de trabalho global está à beira do colapso?”, que, de certo modo, confirma uma percepção que eu já tinha sobre o clima organizacional atual.

O título mencionado acima abre o relatório State of the Global Workplace 2025, publicado pela Gallup. O estudo revela que apenas 21% dos trabalhadores no mundo estão engajados em suas atividades profissionais. A principal causa desse desengajamento, segundo a Gallup, está nos líderes igualmente desengajados, que são responsáveis por cerca de 70% do engajamento de suas equipes.

Os liderados sentem-se desconectados de seus líderes e têm dificuldade em encontrar sentido no trabalho que realizam. Os líderes, por sua vez, sentem-se demasiadamente pressionados tanto pelas demandas que vêm do topo da pirâmide organizacional quanto pelas expectativas da base.
Esse ambiente tem se mostrado nocivo para o engajamento e o bem-estar de líderes e liderados, comprometendo a produtividade e a performance das empresas como um todo.

Talvez essa situação seja o reflexo de uma crise existencial que vivemos, tanto em nível individual quanto coletivo, e que anseia por encontrar significado nos contextos em que se manifesta. A meu ver, a superação desse cenário passará por dois pontos cruciais: a elevação da qualidade dos relacionamentos e o fomento ao desenvolvimento humano — ambos apoiados pela espiritualidade, sobretudo no ambiente corporativo, onde passamos a maior parte do tempo e que constitui um dos pilares fundamentais da nossa estrutura social.



Sim, eu disse espiritualidade


“Por mais que escrevamos ensaios e façamos palestras, não é possível teorizar, comunicar nem pregar sobre a verdadeira espiritualidade. Ela só pode ser praticada, vivenciada e experimentada. Sobretudo porque não é possível compreender com a mente, o intelecto e a linguagem algo que está além da mente, do intelecto e da linguagem.”
Borja Vilaseca

Existem, de fato, inúmeras definições sobre o que é espiritualidade. Não excluo absolutamente nenhuma delas, pois todas podem estar certas — como peças de um quebra-cabeça a ser montado. Por isso, prefiro abordar o tema sem apontar o que não é.

Sob o guarda-chuva da espiritualidade cabem muitos elementos: bem-estar, saúde, propósito, ética, humanismo, autenticidade, conexão, religião, excelência, resiliência, autoconhecimento, transcendência, entre outros.

No contexto organizacional, a espiritualidade pode promover todos esses aspectos — e muitos outros — permitindo-nos ir além da superfície e reconhecer o valor das conexões que sustentam não apenas os negócios, mas a própria vida.



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Espiritualidade nas organizações


Como ressalta Jim Funk em seu artigo Spirituality in the Workplace: It's not what you think!: “Quando convidamos a espiritualidade a ser expressa e cultivada no local de trabalho, isso não significa proselitismo ou tentar converter pessoas.” Em outras palavras, espiritualidade não precisa de autofalantes para ser anunciada, nem rótulos para ser reconhecida. Ela pode se manifestar nas ações diárias, no modo como nos relacionamos com colegas e clientes, na criação de ambientes que incentivem o desenvolvimento humano e na prática de valores internos.

Assim como a escola, a empresa é um espaço social de enorme potencial de desenvolvimento humano — e, por consequência, um agente de geração de riqueza não apenas material, mas também espiritual.

Mitroff e Denton afirmaram que a ciência organizacional não pode mais evitar o estudo, a compreensão e o tratamento das organizações como entidades espirituais. Butts validou tal argumento ao observar que “os proprietários de negócios, os gestores, os decisores políticos e os investigadores acadêmicos necessitam de relembrar, tal como muitos estudos indicam, que dezenas de milhões de cidadãos, no mundo, estão famintos de valores (espirituais) transmateriais, expansivos da mente, enriquecedores da alma e centrados no coração”.

Essa percepção acadêmica encontra eco também em movimentos sociais mais amplos. No fim dos anos 90, os sociólogos Paul H. Ray e Sherry Ruth Anderson identificaram um grupo social denominado Cultural Creatives (ou “Criativos Culturais”), que, em suma, valorizava espiritualidade não dogmática, consciência ecológica, justiça social e desenvolvimento interior.

Mais recentemente, essa tendência tem sido documentada em diferentes campos do conhecimento. No artigo “The Psychology of Replacing Religion with Spirituality”, publicado na Psychology Today em 2024, o autor conclui que, embora a religião institucional esteja perdendo popularidade, a busca humana por sentido e comunidade persiste — e está sendo reassumida por formas mais flexíveis e personalizadas de espiritualidade.

Para além da reflexão teórica, dados empíricos reforçam essa correlação. No artigo recém-publicado “Complete Well-Being Throughout the World: Lessons from the First Wave of the Global Flourishing Study (GFS)”, destaca-se que a participação religiosa/espiritual (sobretudo a frequência a serviços religiosos) está fortemente associada a maiores índices de florescimento humano.

Somos seres espirituais vivendo uma experiência humana, como define Teilhard de Chardin, e, de maneira inata, buscamos compreendê-la, operando melhor quando conseguimos lhe dar algum sentido. Da mesma forma que esta busca ocorre fora da organização, também ocorre dentro dela.



Espiritualidade na prática


Dois depoimentos interessantes ilustram, de forma concreta, alguns dos benefícios do cultivo da espiritualidade.

No setor privado, Ricardo Levy, presidente e CEO da Catalytica, relatou em seu artigo “My Experience as Participant in the Course on Spirituality for Executive Leadership”, publicado no Journal of Management Inquiry:

“Compreendi que, na raiz da relação entre espiritualidade e liderança nos negócios, está o reconhecimento de que todos temos uma voz interior e que ela é a última fonte de sabedoria a que recorremos nas decisões de negócios mais difíceis. Como CEOs, estamos munidos, pela formação e pela experiência, de muitas ferramentas que nos permitem realizar o nosso trabalho. Mas, em momentos difíceis, compreendemos que as competências proporcionadas pela nossa formação em negócios não nos capacitam para tomarmos boas decisões em circunstâncias desafiadoras. Somos levados pela necessidade de ir mais fundo, de procurar na nossa espiritualidade o caminho correto.”

Esse relato mostra como, em contextos de alta complexidade, a espiritualidade pode se tornar um recurso de sabedoria prática, ajudando líderes a lidar com dilemas éticos e decisões para as quais a técnica, sozinha, não basta.

No serviço público, onde a pressão e a carga emocional também são enormes, encontramos no livro Despertar: O segredo da reforma íntima, o juiz de direito Haroldo Dutra Dias relatando a importância da espiritualidade em seu trabalho:

“Primeiramente, eu não preciso, por enquanto, ser internado no hospital psiquiátrico. O Conselho Nacional de Justiça fez um estudo das licenças de saúde de magistrados, e 60% são licenças psiquiátricas. Eu ainda não tirei, estou bem. Ao encontrar uma turma de 52 colegas, constatei que 30 somente dormem com o auxílio de medicamento. Por quê? Imagine você, na função de juiz, receber um processo da morte de crianças em uma creche. Imagine ter de ouvir as testemunhas, ver todas as fotos, ler os exames de necropsia de cada uma das crianças, considerando-se os mais de 5 mil processos que você tem para analisar. Muitos adoecem. Então, se você não tem suporte espiritual, você sucumbe.”

O que se observa neste último exemplo é a contribuição da espiritualidade para a resiliência diante das dificuldades e para a manutenção do equilíbrio.

Estes são apenas dois exemplos práticos; muito mais pode ser encontrado na literatura e nas pesquisas sobre este tema, que se tornam cada vez mais numerosas.



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Qualidade dos relacionamentos




“Conquistar mais disciplina, equilíbrio e espiritualidade só nos fortalece como indivíduos e melhora nossas relações pessoais e profissionais.”
Abilio Diniz



Relações: a base da existência


Os relacionamentos são a razão do nosso viver nesta realidade. Sem a decisão de dois seres humanos de se relacionarem intimamente, não estaríamos aqui. Tudo o que desfrutamos hoje — e que muitas vezes damos por garantido — é fruto de relações: pessoas que se uniram para construir, empreender, negociar e colaborar. Da organização das primeiras tribos à criação da tecnologia mais avançada, tudo tem como base o ato de se relacionar.

Como diz Ben Stein: “As relações pessoais são o solo fértil de onde brotam todos os avanços, todo o sucesso, todas as conquistas na vida real.”

A vida na Terra é uma grande rede de interdependência. Basta observar a natureza: o ciclo da água, a cadeia alimentar, a polinização… tudo está conectado, inclusive nós. E é no cotidiano das relações humanas que se esconde uma força poderosa de transformação: cada dinâmica relacional guarda um aprendizado. É por meio dessas vivências que evoluímos.

Aqui entra a espiritualidade como uma ferramenta essencial. Ela nos ajuda a compreender as sutilezas dessas conexões, a lidar com os desafios que surgem e a crescer a partir delas.



Manutenção preventiva das relações


Conflitos interpessoais e interdepartamentais são comuns em muitas organizações. Essas situações normalmente afetam a sinergia de uma equipe, enfraquecendo o espírito coletivo e comprometendo o desempenho. Por isso, devem merecer a atenção das empresas. Trabalhos de manutenção preventiva não devem restringir-se apenas a máquinas e instalações, mas também aos relacionamentos.

Iniciativas como a descrita no artigo Construa ambientes de humanidade, resumida no parágrafo a seguir, mostram como é possível contribuir para a criação de um ambiente de trabalho mais sinérgico, empático e colaborativo.

Durante uma roda de conversa conduzida por Dani de Maria com um grupo de mulheres que trabalhavam juntas havia anos, tensões silenciosas vieram à tona. Por meio de dinâmicas de escuta e partilha, foi possível enxergar o ser humano por trás do papel profissional. O ponto alto ocorreu quando uma participante, emocionada, declarou a uma colega com quem tinha desavenças que, ao conhecer sua história de vida, passou a admirá-la profundamente e a se colocar como companheira. O abraço que se seguiu simbolizou algo raro no ambiente de trabalho: a construção de uma conexão genuína.

Quando foi que paramos de buscar conhecer melhor aqueles que caminham conosco nos diferentes contextos da vida?

Relações sem verdadeira conexão tornam-se um “cada um por si”. Deixamos de somar na equação das relações e, ao contrário, enfraquecemo-nos como coletividade, desacelerando o potencial evolutivo das nossas interações e gerando mediocridade e desarmonia no ambiente de trabalho.

Para que haja verdade na conexão, é preciso humanidade — compreendida através das lentes da espiritualidade.



Espiritualidade e excelência no ambiente profissional


Ao trabalharmos a espiritualidade nas organizações, elevamos a qualidade das nossas interações. É um convite a entregar o melhor de nós ao outro, seja ele colega, cliente ou fornecedor. Espiritualidade, aqui, não é dogma, é atitude.

Tom Peters, em Excellence Now: Extreme Humanism, define excelência como “um modo de vida, uma forma de agir com cuidado e respeito para com nossos semelhantes e nossas comunidades, dia após dia, momento após momento.” Excelência, portanto, é espiritual porque envolve a entrega de si mesmo — e a qualidade dessa entrega vai evoluindo conforme melhor entendemos o seu propósito.

Quando a entrega vem de dentro, manifesta-se como automotivação e desejo genuíno de servir, orientada por um sentido que transcende o indivíduo, pois sua visão da realidade vai além do imediato. É como na parábola dos três pedreiros: o terceiro é aquele que compreende a magnitude da construção da qual faz parte.



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Desenvolvimento humano


“A espiritualidade é o reservatório infinito da sabedoria. Cada ser humano é um canal através do qual essa sabedoria divina flui constantemente.”
Paramahansa Yogananda

Investir no desenvolvimento humano é, a meu ver, um dos maiores contributos que uma organização pode oferecer no campo da espiritualidade. Ao abrir espaço para práticas como meditação, ioga, ações voltadas ao autoconhecimento, criação de uma biblioteca com obras inspiradoras, rodas de conversa, palestras, entre outras iniciativas — contribui-se significativamente para o crescimento integral do ser humano.

Essas ações não apenas fortalecem o indivíduo, mas também colaboram para a formação de um profissional de excelência, mais consciente e equilibrado.

Peter Senge, em A Quinta Disciplina, fala-nos sobre a promoção da mestria pessoal nas organizações, que no fundo significa o desenvolvimento total de nossas potencialidades como seres humanos.

Essa promoção não deve ser entendida como algo a se impor ao colaborador, uma vez que a jornada de desenvolvimento do ser humano é única e pessoal, sob pena de ter efeito contrário. O papel da empresa nessa jornada é o de promover um ambiente de apoio/facilitação onde as pessoas possam florescer.



Onde encontramos exemplos de empresas assim?


Na empresa WD-40, existe um fórum chamado “The Leadership Academy”. Nele, os funcionários participam de treinamentos sobre temas que contribuem tanto para o trabalho quanto para a vida pessoal. Já foram abordados assuntos como dar e receber feedback, investimentos e até a elaboração de perfis de autoconhecimento, com o objetivo de estimular a reflexão pessoal e ampliar a consciência. Há também uma biblioteca no refeitório, com livros sobre liderança e desenvolvimento pessoal disponíveis.

Em essência, promove-se aqui o desenvolvimento humano ao cultivar um ambiente onde aprender, assumir responsabilidades e crescer são pilares não apenas do sucesso da organização, mas também da realização plena de cada indivíduo.

Outro exemplo interessante é o programa L3 (Living Legacy of Leadership) da empresa Barry-Wehmiller. A jornada L3 utiliza a metodologia Lean para promover uma cultura centrada nas pessoas, com foco no engajamento dos colaboradores em vez de apenas na eficiência de custos.

A seguir, partilho um relato que consta no livro Everybody Matters: The Extraordinary Power Of Caring For Your People Like Family, exemplificando o impacto que o L3 teve na vida de um colaborador:


Você sabe como é, Bob (CEO da Barry-Wehmiller)… Trabalhar num lugar onde, todo dia de manhã, você bate o cartão, vai para o seu posto, recebe ordens sobre o que fazer, mas não tem as ferramentas necessárias para executar o trabalho. Você acerta dez coisas e ninguém comenta nada, mas basta errar uma para ser repreendido. Faz uma pergunta e leva uma semana para ter resposta. Ainda reclamam do seu salário ou dos seus benefícios. E você sabe como é voltar para casa à noite e encarar a família? Você se sente vazio. Eu, por exemplo, costumava jogar meu chapéu pela porta antes de entrar. Se ele voltasse voando, ia direto para o bar tomar umas cervejas. Se ficasse, entrava e via minha família. Hoje, olhando para trás, percebo que, quando não estava bem comigo mesmo, eu não era fácil de conviver. E isso acontecia praticamente todo dia. Mas, desde que começamos esse programa L3, tudo mudou. Agora participo da melhoria das coisas. As pessoas perguntam a minha opinião, me ouvem, e realmente tenho a chance de fazer a diferença. Inclusive no meu próprio trabalho. O jeito como organizamos o novo fluxo de montagem realmente funciona. Agora volto para casa com a sensação de ter feito um bom dia de trabalho — sem perder tempo correndo atrás de peças ou carregando aquele ressentimento. Quando me sinto respeitado e sei que fiz bem o meu trabalho, me sinto bem comigo mesmo. E percebo que, quando estou melhor comigo, sou mais gentil com a minha esposa — e quer saber o mais incrível? Quando sou mais gentil com ela, ela conversa comigo.

Quando tantas pessoas voltam para casa todas as noites se sentindo desvalorizadas, não é surpresa que atualmente vejamos tanto conflito nas famílias e em nossas comunidades. Nós, no mundo dos negócios, estamos criando esse problema porque vemos as pessoas como objetos para o nosso sucesso e não como seres humanos preciosos. Se vemos Steve indo para casa se sentindo melhor consigo mesmo, então ele passa a ter um relacionamento melhor com sua esposa, seus filhos vão observar o comportamento dos pais, e vamos criar filhos mais felizes, saudáveis e realizados. É assim que podemos começar a curar nossas feridas: enviando as pessoas para casa como melhores cônjuges, pais, filhos, amigos e cidadãos em suas comunidades.

Hoje, muitas empresas acabam exercendo uma influência tóxica sobre o bem-estar dos colaboradores e de suas famílias. A gente lamenta o que está acontecendo com a juventude, mas, no mundo dos negócios, continuamos mandando pessoas para casa destroçadas — e lá elas têm que lidar com problemas no casamento e na criação dos filhos.

Muitos líderes ainda pensam que as pessoas deveriam ser simplesmente gratas e felizes por terem um emprego. Mas a verdade é que a forma como tratamos alguém no trabalho afeta diretamente como ela se sente e como vai tratar as pessoas ao seu redor. As pessoas passam cerca de quarenta horas por semana sob nossa liderança — boa ou ruim — e, quando voltam para casa, levam isso com elas.


Nesta empresa busca-se engajar mãos, mente e, principalmente, o coração dos colaboradores — fortalecendo uma relação correta (sujeito/sujeito), baseada na responsabilidade, no cuidado e na conexão emocional, em vez de uma relação meramente utilitária.

Por fim, gostaria de mencionar o exemplo da Semco, que, assim como as duas já citadas, também conta com uma Academia Corporativa — a Semco Style Institute — que opera internacionalmente e não se limita a partilhar com seus colaboradores suas abordagens inovadoras, mas também com outras empresas ou público externo, muitas vezes em forma de consultoria.

O conhecimento já deixou de ser transmitido apenas em instituições formais de ensino e hoje se dá de maneira descentralizada, aberta e permanente, voltado não apenas para a técnica, mas também para o desenvolvimento integral do ser humano.

Compreende-se que o sucesso coletivo gera mais valor do que a busca isolada por vantagem competitiva. O futuro é de cooperação e fortalecimento da comunidade global, onde a verdadeira excelência está em coevoluir com consciência — sem deixar ninguém para trás.



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Considerações finais


O colapso não é um fim, mas um ponto de virada, necessário para a transformação tanto dos indivíduos quanto das organizações, abrindo caminho para modelos mais sustentáveis e alinhados ao espírito humano.

Como afirma o livro O Trabalho Criativo: o papel construtivo dos negócios numa sociedade em transformação, "no cerne desse processo está um conjunto de pressupostos sobre a natureza do indivíduo, dos outros e do universo", que, à medida que são aprofundados, contribuem para a transição a um novo paradigma.

Se a espiritualidade tem ganhado cada vez mais relevância nas áreas da saúde, da educação e das ciências sociais — por meio de estudos científicos consistentes que vêm trazendo evidências de seu potencial para contribuir positivamente para o desenvolvimento humano —, por que não estudá-la e aplicá-la também no ambiente corporativo?



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Referências Bibliográficas

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POR ALÊ ESNARRIAGA

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